Como são comoventes as preocupações das empresas com a preservação do meio ambiente e com a prática de uma postura sustentável.
Que atire a primeira pedra quem de nós nunca recebeu ou enviou um e-mail com mensagens de conscientização ambiental no rodapé. Uma prática hoje tão presente em nosso cotidiano, mas que parece estar longe de transformar os hábitos diários das pessoas.
O engraçado é que durante um simples passeio pelos corredores destas mesmas empresas, denominadas como ambientalmente corretas, podemos encontrar algumas circunstâncias em que os recursos naturais continuam sendo desperdiçados.
Olhe em volta e repare quantos computadores realmente estão em uso ou em modo standby. Observe quantas salas e banheiros vazios permanecem comas luzes acesas mesmo quando próximo ao interruptor existe um adesivo: “Desligue a luz ao sair”.
Em suma, como as empresas podem conscientizar o mundo se não conseguem convencer seus próprios funcionários.
De tão importante o assunto sobre hábitos de consumo motivou uma de minhas notas para o site da revista Bons Fluídos e enriqueceu o meu portfolio.
Duas décadas depois da primeira formação do Blue Man Group uma dúvida me incomoda: será que qualquer criança poderia integrar um dos grupos cênicos e musicais mais conhecidos do mundo?
Partindo do fato que os caras só pintaram os rostos e tiveram muita coragem de coordenar as batidas em panelas e/ou em canos de pvc com luzes, instrumentos musicais e pick-ups, talvez! Meu priminho faz isso com o meu micro system! A diferença é que com criança não fica tão “engraçadinho”.
Idealizado no final dos anos 80 pelos músicos Phil Stanton, Chris Wink e Matt Goldman - os primeiros personagens azuis - o Blue Man Group ganhou o mundo e seus irreverentes integrantes sempre são protagonistas de espetáculos lotados. Um talento aplaudido inclusive no Berlim Music Awards, um dos maiores eventos europeus de música.
Assistindo ao show da trupe, sinto um pouco de arrependimento em não ter formado um trio de irmãos durante a minha infância. Mas também tenho o orgulho de saber que eles se inspiraram em brasileiros, como o grupo mineiro Uakti e o Olodum.
Há situação mais desagradável do que sair com um grupo de amigos e se deparar com um lugar lotado e uma loooonga fila de espera? Provavelmente há, mas agora não me refiro à qualidade das bebidas, do atendimento ou dos petiscos servidos, mas da indelicadeza em obter um bom lugar a qualquer custo.
Em uma de minhas saídas para curtir a noite paulistana resolvemos ir ao Outback Steakhouse, o maior deles, em Alphaville. Logo na entrada a pergunta que conduziu à confusão: fumantes ou não fumantes ? No dia, fomos enfáticos: “não fumantes!”. Sabemos entretanto que nem todos respondem a verdade, ou conseguem esperar pela mesa ideal, mas ali é o momento crucial. Quase como a hora de decidir sobre férias na praia ou no campo, ou ainda entre o preto e o branco. A verdade é que sempre tem aquele indivíduo iluminado que responde “a primeira que desocupar”, só para conseguir um assento o quanto antes.
Aquela noite de sábado se tornava uma daquelas em que por um instante pensei estar em outro continente, mais precisamente em Amsterdã, já que ouvia frases do tipo “eu fumo por uma boa mesa”. Mas não! Era apenas um pai de família tentando jantar com seus descendentes. Que exemplo hein Papai!
Enfim, aquela família conseguiu uma mesa em poucos instantes, mas logo depois, finalmente uma mesa para não fumantes. Depois de quarenta minutos de espera, um nome foi chamado e então seguimos os passos da simpática hostess até a mesa. Cumprimentamos o Papai, mas a família Buscapé já havia se apoderado das cadeiras. Mesmo com a nossa presença e a destreza da gerente, aquele senhor foi irredutível e não retornou aos antigos lugares. Que exemplo hein Papai!
Educadamente fomos retirados daquela situação constrangedora e recompensados com uma rodada de chope. Aliás, cremoso, bem gelado e tão impecável quanto o atendimento do local. Ali, em pé, entre a entrada e a recepção, só nos restava uma coisa: “- Um brinde ao Papai!”
Já dizia um velho e conhecido ditado: “se conselho fosse bom não se dava, vendia!” Será que as pessoas já se deram conta de que tudo que acontece de prejudicial à integridade do homem é atribuído à falta de fé e pela falta de pregação e/ou devoção.
Basta alguém ser roubado que lá vai seu vizinho: “se freqüentasse a igreja, este elemento seria uma pessoa diferente”; ou “tudo isso porque ele ainda não encontrou o senhor”. Nada contra esta filosofia, mas experimente parar um menor abandonado na rua e perguntar ao “anjinho” sobre quantas vezes já o aconselharam a procurar os caminhos da fé. Aliás, é impressionante como, de uma forma geral, todos os menores corrompidos pelo mundo do crime são taxados como almas perdidas. Seria a fé, a pregação ou a devoção um dos caminhos para a regeneração do caráter de cada um? Bom, pelo menos não é o que parece e foi constatado por um dos mais importantes telejornais do país. Uma matéria antiga é verdade, mas a responsável pela denúncia e pela repercussão do assunto em âmbito nacional e que hoje, nos remete à outra antiga frase do jornalismo: “contra fatos, não há argumentos”.
A afirmação é bem antiga! Para alguns, uma gíria bem conhecida, para outros, uma expressão desconhecida. Mas na certa uma resposta que significa parceria, presença, enfim: atividade! É assim que vai ser a partir de hoje. Apresento a vocês o meu novo e único weblog. Aliás, uma decisão tardia eu confesso. Já passava da hora deste jornalista aqui ceder aos encantos dessa onda “blogger”, que indiscutivelmente conquistou o universo on-line. Nele, não pretendo entrar no mérito acadêmico da qualidade da informação – embora seja um assunto polêmico e importante -, mas sim tratar de temas mais prazerosos.
Acredito que chegou a hora de compartilhar minhas estórias, experiências e os meus pensamentos, porque o que é publicado aqui pode até ser publicado em outros veículos, mas o que não é publicado por lá encontra seu espaço aqui. Afinal de contas: “Tamos aí”!